segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Nem faz muito tempo, ou faz?

É do tipo de coisa que só o tempo cura. A gente já nasceu curada. Uma mistura boa de bobeira, risadas e baladas. Nem faz muito tempo, ou faz? Pediram para gente sorrir, mas alguém chorou. Agora não sei se foi eu ou você. Ou nós duas? Sei lá. A gente se confunde demais. Muito diferentes e iguais. Aprendemos a viver em caminhos opostos mais sempre a postos. Chamou? Não, só pensei. É...é você. Nem faz muito tempo, ou faz? Que eu deixei de ser criança e desaprendi a insistir? Não! Não deixei de te amar. Ainda a amo muito. Mas estou fazendo a lição de casa das pessoas que amam passam. Respeitarei, esperarei. O amor cura a mágoa. E mágoa cala, né? Eu entendo. Deixarei as explicações, de novo elas. Você sabe, sente. E também quem mandou crescer? Rápido demais. Que pena! Não podemos mais voltar. Nos impediram, não deixam. E logo a gente que não sabe lidar. Logo a gente! Te decifro da cabeça aos pés, e você é eu sem ninguém desconfiar. Uma cabeça e a outra os pés. Somos duas, somos sinônimos, um atropelo de sinônimos. Por isso espero. Mas vê se vai logo! Às vezes dói, dói demais. É do tipo de coisa que só o tempo cura. A gente já nasceu curada. Uma mistura boa de bobeira, risadas e baladas. Nem faz muito tempo, ou faz? Pediram para gente sorrir, mas alguém chorou. Agora não sei se foi eu ou você. Ou nós duas? Sei lá. A gente se confunde demais. Muito diferentes e iguais. Aprendemos a viver em caminhos opostos mais sempre a postos. Chamou? Não, só pensei. É...é você. Por Natália Oliveira

Um comentário:

marinafer25 disse...

eu amooooooo voceeeeeee!!!

escrevendo muitoooooo, soh p variar neh...ehehe

te amoo..bosss