
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Saber Viver

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Bobeira crônica
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Hoje eu não sei de nada. Hoje eu não quero saber de nada. Vou dormir o dia inteiro, vou andar descalça na grama, vou comer na cama, vou ficar de pijama. Hoje não to nem aí. Vou largar tudo, vou deixar o mundo, vou rir a beça, vou virar moleca. Hoje não vou dizer “sim, senhor”, hoje não vou trabalhar com ardor. Hoje eu não vou, posso?
Não tô a fim! Não vou comer marmelada, não vou sai para “gandaia”, não vou para lugar nenhum. Se eu precisar? Não vou. Vou falar que não vou, vou gritar que não gosto, vou torcer o nariz. Sou eterna aprendiz. Vou fazer cara feia, vou parecer uma freira. Não vou! Não Vou! Adianta?
Não sou obrigada a comer marmelada, a fazer mulecada, a saber de nada. Não quero e não vou. Só se precisar. Aí eu vou. Se pedir com jeitinho, se falar com carinho, se me der um beijinho. Aí eu vou. E vou com vontade, porque gosto de roupas leves, de sambas leves e de vestir Levis.
Não tem nada com nada? Eu sei. Eu sou assim! Tim tim por tintim. Quer saber de uma coisa? Eu estou no meu trabalho, ganhando meu salário, ouvindo desagrado. Estressei? Venho aqui, escrevo um monte de bobeira e fico aliviada. O que acha? Marmelada? Não! Goiabada.
"Como posso querer que meus amigos entendam as coisas loucas que passam pela minha cabeça, se eu mesmo, não entendo?" Salvador Dali.
Por Natália Oliveira
Nem faz muito tempo, ou faz?

É do tipo de coisa que só o tempo cura. A gente já nasceu curada. Uma mistura boa de bobeira, risadas e baladas. Nem faz muito tempo, ou faz? Pediram para gente sorrir, mas alguém chorou. Agora não sei se foi eu ou você. Ou nós duas? Sei lá. A gente se confunde demais. Muito diferentes e iguais. Aprendemos a viver em caminhos opostos mais sempre a postos. Chamou? Não, só pensei. É...é você.
Nem faz muito tempo, ou faz? Que eu deixei de ser criança e desaprendi a insistir? Não! Não deixei de te amar. Ainda a amo muito. Mas estou fazendo a lição de casa das pessoas que amam passam. Respeitarei, esperarei. O amor cura a mágoa. E mágoa cala, né? Eu entendo. Deixarei as explicações, de novo elas. Você sabe, sente.
E também quem mandou crescer? Rápido demais. Que pena! Não podemos mais voltar. Nos impediram, não deixam. E logo a gente que não sabe lidar. Logo a gente! Te decifro da cabeça aos pés, e você é eu sem ninguém desconfiar. Uma cabeça e a outra os pés. Somos duas, somos sinônimos, um atropelo de sinônimos. Por isso espero. Mas vê se vai logo! Às vezes dói, dói demais.
É do tipo de coisa que só o tempo cura. A gente já nasceu curada. Uma mistura boa de bobeira, risadas e baladas. Nem faz muito tempo, ou faz? Pediram para gente sorrir, mas alguém chorou. Agora não sei se foi eu ou você. Ou nós duas? Sei lá. A gente se confunde demais. Muito diferentes e iguais. Aprendemos a viver em caminhos opostos mais sempre a postos. Chamou? Não, só pensei. É...é você.
Por Natália Oliveira
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